A Tecnologia como Instrumento de Conhecimento

Por Rodrigo Kiko Bungus Ferreira *

Hoje vemos jovens cada vez mais, prematuramente, tendo acesso a sofisticadas tecnologias de comunicação mas, infelizmente, também assistimos o desperdício de uma oportunidade preciosa: o de usar essa tecnologia pra adquirir um produtivo e edificante conhecimento que servirá pra facilitar e orientar a vida deles dali em diante.

Foto: Rodrigo Kiko Bungus Ferreira

Parecem mais interessados apenas em dialogar e tirar fotos do que aproveitar a tecnologia de pesquisa disponível em smartphones, tablets e PCs pra se inteirarem de assuntos realmente relevantes, e isso é muito triste. O Google possui um banco de dados imenso, muito maior do que qualquer biblioteca do mundo, e guarda conhecimento quase infinito em sua nuvem. Toda essa oferta de conteúdo está disponível a poucos toques em telas ou teclados. Saber usar vários aplicativos e recursos desses equipamentos tecnológicos é uma façanha que traz vantagens, mas utilizar esses mesmos recursos pra adquirir conhecimento em várias áreas, em contato com diversas culturas, e aprendendo a sempre verificar a veracidade de fatos, em várias fontes, antes de emitir uma opinião é saber explorar de forma construtiva a tecnologia. Afinal, não adianta estar o tempo todo conectado a mídias sociais se não sabe interagir pra opinar sobre nenhum assunto relevante, e ao final passar apenas a impressão de que é um ser acéfalo e que não sabe escrever.

ComputadorMídias sociais podem fazer o jovem ser mais aceito e respeitado ou mais ignorado e repudiado, e tudo depende do conteúdo que ele expressa na forma de conhecimento. Então, aproveite um pouco do seu tempo livre e leia sobre assuntos variados em veículos respeitados, é ótimo pro cérebro, pra moral e pro bolso!

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* Rodrigo Kiko Bungus Ferreira é manezinho nascido na Carlos Corrêa em 1968, morador da Rua Bento Góia em Coqueiros, Florianópolis, no tempo que o bairro tinha muito mais ruas de chão do que pavimentadas, muito mais áreas verdes do que construídas e as águas das baías eram limpas. Biólogo formado em 98 na UFSC, surfista há 34 anos, fabricante de pranchas de surf há 26 anos, viajante desde 94, ambientalista, fotógrafo e empresário do ramo da gastronomia. Luto por tudo que amo, e tenho a total certeza de que a educação, a conscientização e os bons exemplos são os melhores caminhos pra fazer um mundo melhor pra todos.

Viva Coqueiros! Por inteiro.

Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.

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