De Coqueiros à Ilha de Floripa Zininho conta sua história

Poeta Zininho dirige seu jipe de Coqueiros à Ilha de Florianópolis

Vídeo da década de 70, em que o poeta Cláudio Alvim Barbosa, o Zininho, compositor de Rancho de Amor à Ilha, o  hino de Florianópolis, dirige seu jipe pelas ruas da cidade. O vídeo inicia no Abraão, no Edifício Poeta Zininho, logo ao lado da Padaria Lisboa e da Mercearia Ori.

Em seguida, pelo caminho, passa pela orla das Bruxas de Itaguaçu, seguindo por Coqueiros em direção à Ponte e ao Centro.

A história do poeta Zininho

Enquanto dirige seu jipe, Zininho narra a sua história, desde sua infância.

Além de ser um artistas com muitas histórias, muitas delas escritas em forma de poesia, conseguimos um pouco mais de sua trajetória de vida e de artistas.

Cláudio Alvim Barbosa, o Zininho.

Nasceu em Biguaçu/SC, em 8 de maio de 1929 e faleceu em 05 de setembro de 1998. Inicialmente seria chamado Horzino, mas seu pai o registrou com o nome de Cláudio; por isso, o apelido Zininho, como ficou conhecido. Foi poeta, músico, radialista, motorista de táxi, carnavalesco e boêmio. Desde cedo mostrou seu talento musical. Aos oito anos fez sua estreia com sucesso, cantando músicas caipiras no Teatro da UBRO durante apresentação do Conjunto Demônios do Ritmo, de Waldir Brazil..

 

Aos 10, preferia ouvir rádio a brincar com os colegas. Aos 13, apaixonou-se e descobriu-se poeta, inspirado por paixões e seu amor por Ivete Vieira, mais tarde sua esposa e mãe de seus 4 filhos: Sandra, Jairo, Rose e Cláudia. Em 1947 estreou na Rádio Guarujá com o programa “Gentleman do Samba”, cantando sambas da época. Foi operador de sonoplastia e ponta nas novelas. Proprietário e motorista de táxi, adorava transportar os artistas contratados para shows. Em 1950 produziu na rádio Diário da Manhã diversos programas musicais, entre eles o Bar da Noite, que tinha como crooner a cantora Neide Mariarrosa que viria a ser a grande intérprete de suas canções.

A maioria de suas composições nasceram em mesa de bar, rodeado de amigos. Também criou vários jingles para programas de rádio e casas comerciais. Sua criação mais famosa, o “Rancho de Amor a Ilha”, criado em 1965 foi oficializado como Hino de Florianópolis, em 1968 – Fonte Cláudia Barbosa


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Cartão postal antigo da Praia da Saudade em Coqueiros 1957

Este é um dos belos recantos de Florianópolis, que é a nossa querida Praia da Saudades. Eu moro no fim onde tem aquelas casinhas só que na parte de cima. Aceite este como prova de minha sincera amizade. Vilza. Florianópolis, 23/10/57.

Continue lendo “Cartão postal antigo da Praia da Saudade em Coqueiros 1957”

Praia das Palmeiras em 1970

Pessoal, recebemos do André Guttler essa imagem da Praia das Palmeiras, em CoqueirosFlorianópolis, no ano de 1970.

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O André nos passou um relato sobre a imagem. Continue lendo “Praia das Palmeiras em 1970”

A bucólica Praia do Bom Abrigo em 1948

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Pessoal, recebemos essa imagem da Praia do Bom Abrigo, em Coqueiros, Florianópolis, no ano de 1948, do André Guttler. Para nós, foi uma emoção e tanto, pela própria imagem da época e, também, pelo relato que segue.

Continue lendo “A bucólica Praia do Bom Abrigo em 1948”

Evento Social e Esportivo na Praia da Saudade em Coqueiros na década de 50

Praia da Saudade Coqueiros Florianopolis

A imagem é da Praia da Saudade, no bairro de Coqueiros, em Florianópolis. Na ocasião, podemos ver que se tratava de um evento social e esportivo, em que a comunidade estava concentrada nos barcos, e próxima ao mar. Continue lendo “Evento Social e Esportivo na Praia da Saudade em Coqueiros na década de 50”

Coqueiros, 1982: o melhor verão de suas vidas

Amigos, recebemos algumas fotos e depoimentos da moradora Janete Goulart, aqui do bairro de Coqueiros, em Florianópolis, que contou, saudosa, sobre o verão de 1982, com sua família.

Bairro de Coqueiros em Florianopolis

Conforme sua declaração, em 1982 eles viveram o melhor verão de suas vidas. Continue lendo “Coqueiros, 1982: o melhor verão de suas vidas”

Vista Aérea de Coqueiros no Início de 1970

Amigos, recebemos essa imagem de Coqueiros, bairro de Florianópolis, no início da década de 1970.

Foto gentilmente cedida por Onei Tadeu Dutra
Foto gentilmente cedida por Onei Tadeu Dutra

O ex morador Onei Tadeu Dutra, quem conseguiu a foto, nos auxiliou na localização dos pontos em destaques. Continue lendo “Vista Aérea de Coqueiros no Início de 1970”

Imagem Histórica da Igreja de Coqueiros em Florianópolis

Pessoal, recebemos mais uma foto histórica para o blog do Viva Coqueiros. A imagem é da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, aqui em Coqueiros, bairro de Florianópolis.

Essa imagem foi cedida para o nosso blog pelo ex morador de Coqueiros, Onei Tadeu Dutra.

Coqueiros Florianopolis Igreja

Onei falou que, provavelmente, essa é uma celebração à festa do Divino Espírito Santo, pela década de 50. Continue lendo “Imagem Histórica da Igreja de Coqueiros em Florianópolis”

Praia do Bom Abrigo ontem e hoje

Amigos de Coqueiros, conseguimos mais uma foto histórica para o blog do Viva Coqueiros. A imagem é da Praia do Bom Abrigo, um recanto sedutor em sua beleza, que envolve, abraça e aconchega e onde podemos ter tranquilidade.

Década de 70. Essa imagem foi cedida para o nosso blog pelo ex morador de Coqueiros, Onei Tadeu Dutra. Continue lendo “Praia do Bom Abrigo ontem e hoje”

Foto Histórica do Clube Doze em Coqueiros

Amigos de Coqueiros, bairro de Florianópolis, publicamos aqui uma imagem que deverá emocionar muitos moradores, pelo seu valor histórico e sentimental. Quem viveu a época dos anos 70, aqui em Coqueiros, poderá lembrar-se de como era o Clube Doze, que ainda era chamado por alguns moradores, pelo antigo nome: Coqueiros Praia Clube.

clube doze coqueiros florianopolis

Essa imagem foi cedida para o nosso blog pelo ex morador de Coqueiros, Onei Tadeu Dutra, que contou que possivelmente está na foto, jogando futebol no campinho. 🙂  Continue lendo “Foto Histórica do Clube Doze em Coqueiros”

Tempos idos em Coqueiros: mulheres, poemas e fofocas

Encontramos Renato Schneider nas redes sociais, com seus fatos e relatos sobre a vida em Coqueiros, em tempos idos. Muitos de nossos posts foram comentados pelo Renato, com informações que permitiram a todos que os leram, saber mais e mais sobre nosso bairro.

Em um dos bate-papos, Renato nos brindou com a foto de um catálogo de letras de músicas que foram compostas para Coqueiros, promovido pela antiga Associação dos Moradores da Praia do Meio, na vigência de 1989-1991. Continue lendo “Tempos idos em Coqueiros: mulheres, poemas e fofocas”

Praia de Itaguaçu. Anos 70.

Foto gentilmente cedida por Maria Aparecida Vieira Gonçalves
Foto gentilmente cedida por Maria Aparecida Vieira Gonçalves

Praia de Itaguaçu, anos 70. Era um point e tanto!

Vejam o detalhe das toalhas na areia. Não tinham cadeiras, cangas e nem guarda-sóis. Aliás, protetor solar não rolava entre os cabeludos, morou? 🙂  Continue lendo “Praia de Itaguaçu. Anos 70.”

Uma fazenda na beira do mar de Itaguaçu

fazenda itaguaçu em 1966
Foto gentilmente cedida por Maria Aparecida Vieira Gonçalves

 

Uma fazenda na beira do mar de Itaguaçu, com águas transparentes! Esse foi um dos comentários que fizeram ao ver esta imagem. E tem mais, os relatos que se seguem, na imagem abaixo, contam a história do bairro de Coqueiros em Florianópolis.

Uma fazenda na beira do mar de itaguaçu

São muitas as histórias, que estamos buscando resgatar para que fique para sempre, para todos os que não conhecem e para os que ainda virão. Precisamos contar a nossa história, pois é somente ela que nos diferencia de outros lugares do mundo. A cultura de cada região é única, em meio a tanto produto que provém da globalização. Então, estamos solicitando a todos os leitores deste blog que enviem fotos antigas de Coqueiros  e região, com a data e um relato.

Assim, poderemos nos reconhecer hoje e sempre, através do nosso passado, de nossa história e do que trazemos na memória.

Quer enviar uma foto antiga? É só escrever para floripacoqueiros@gmail.com

Coqueiros agradece!

Tempos idos, que acordam cada vez que se olha uma imagem, um cheiro, um som ou um sonho.

Viva Coqueiros!

Florianópolis, Brasil

Quer mais memória?

Coqueiros em 1935

Coqueiros em 1935

 

Não se parece em nada com o que vemos hoje. Sim, outro mundo. Outro tudo!

Será a Praia do Meio?

O que você acha? Deixe seu comentário sobre este histórico cenário.

Tempos idos, que acordam cada vez que se olha uma imagem, um cheiro, um som ou um sonho.

Viva Coqueiros!

Florianópolis, Brasil

Quer mais memória?

Outro mundo. Outro tudo. Coqueiros em 1947.

coqueiros_florianopolis_1947Foto e comentário gentilmente cedidos por Dalton Santos.

Não se parece em nada com o que vemos hoje.
A Max de Souza era uma estrada de chão batido.
Sim, outro mundo.
Outro tudo!

Tempos idos, que acordam cada vez que se olha uma imagem, um cheiro, um som ou um sonho.

Viva Coqueiros!

Florianópolis, Santa Catarina

Quer mais memória?

Bruxas de Itaguaçu – a lenda

Pedras de Itaguaçu na região de Coqueiros em Florianópolis

O local
 
Diz a lenda que as bruxas da região queriam fazer uma linda festa aos moldes da alta sociedade. O local para o encontro festeiro seria a praia do Itaguaçu, em Florianópolis, o mais belo cenário da terra.
 
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Foto Viva Coqueiros
 
Os convidados
 
Todos seriam convidados, os lobisomens, os vampiros e as mulas-sem-cabeça. Os mitos indígenas também compareceram, entre eles estavam os curupiras, os caiporas, os boitatás, e muitos outros.
 
Em assembléia, as bruxas decidiram não convidar o diabo pela razão de seu imenso fedor de enxofre e pelas atitudes antisociais, pois ele exige que todas as bruxas lhe beijem o rabo como forma de firmar seu poder debochadamente absoluto.
 
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Foto Viva Coqueiros
 
A ira do Diabo
 
A orgia se desenrolava, quando surge de surpresa o diabo que entre raios e trovões, raivosamente irritado pela atitude marginalizante das bruxas, as castiga, transformando-as em pedras grandes, que até hoje flutuam nas águas do mar verde e azul da praia do Itaguaçu.
 
Daí o nome do lugar na língua indígena:
ITA = Pedra + GUAÇU = Grande
 
 
Placa Bruxas Itaguaçu Florianopolis
Essa placa, com a história das Bruxas, está fixada em uma das Pedras de Itaguaçu. Foto: Viva Coqueiros

Veja um sobrevoo pelas Pedras de Itaguaçu

 

 

A história da lenda das Bruxas de Itaguaçu

Gelci Coelho, o Peninha, escreveu esta lenda baseada nas histórias de Franklin Cascaes.
 
Quem passar pelo salão de festas das Bruxas de Itaguaçu poderá ler a historia do Peninha em uma placa de ferro, pregada em uma das bruxas (oops, em uma das pedras).
 
Franklin Cascaes (D), Juarez Machado e Gelci Coelho, o Peninha, na década de 70
Franklin Cascaes (D), Juarez Machado e Gelci Coelho, o Peninha, na década de 70
 
 

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Rua da Represa, em 1947. Atual Av. Tamandaré em Coqueiros

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Foto do álbum da Sra. Zair Almeida Tibau, gentilmente cedida por sua sobrinha, Ana Alaíde Silveira Almeida Schauffert.

Essa imagem foi obtida de onde existe o viaduto sobre a Avenida Almirante Tamandaré indo até a Avenida Max de Souza. O ano é 1947 e nela aparece a famosa represa e a lagoa onde os moradores pescavam. Os mais antigos do bairro ainda chamam a Avenida Almirante Tamandaré de “RUA DA REPRESA” – Dalton Santos, morador de Coqueiros.

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Quer ver como está e como ficará o local da lagoa hoje? Veja aqui

A bucólica Praia do Bom Abrigo em 1948

Evento Social e Esportivo na Praia da Saudade na década de 50

Praia das Palmeiras em 1950

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Veja como era o Fedoca (By Cuca). O famoso Cantinho da Amizade.

Cantinho da Amizade

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Lá pelos meados de 80, se chamava Cantinho da Amizade, você lembra? Hoje é o restaurante By Cuca.

Veja nossos comentários, abaixo: atenção para o primeiro músico da casa: Jose Ubirajara Santana

Comentários coletados no perfil de Maria Aparecida Vieira Gonçalves.

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