Quero meu mar de Coqueiros de volta.

Por Dalton Malucelli Jr. *

Quero a minha coqueiros de volta, as minhas praias, tenho esse direito.

Não quero mais só como pano de fundo, como cenário para fotos e contemplação. Quero poder mergulhar, nadar, pescar, velejar, desfrutar de um patrimônio que é meu, e que a irresponsabilidade de alguns moradores teima em poluir, a ganância de alguns empreendedores e comerciantes insiste em destruir e as autoridades fecham os olhos pois, pasmem, não dá voto.

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Muro do mirante da Praia das Palmeiras. O muro da vergonha.

Por Dalton Malucelli Jr. *

Muro do mirante da Praia das Palmeiras, no bairro de Coqueiros

Muro do Mirante da Praia das Palmeiras

Muro de Berlim, Grande Muralha da China, essas simples “paredes” são famosas e tem muita história por trás. Além desses marcos, outras muralhas impressionantes foram erguidas ao longo dos anos pelos mais diferentes motivos. Confira:

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Coqueiros e a possível marcha pela segurança

Eu ontem tive um sonho. Sonhei que Coqueiros fazia uma linda caminhada. Juntos, a comunidade de Coqueiros, Polícia Militar, Polícia Civil, Guarda Municipal de mãos dadas, ordeiramente, como toda caminhada tem que ser.

Por Dalton Malucelli Jr. *

Pessoas de camisas brancas, unidas, e entoando canções. Na minha curiosidade, e até procurando juntar-me ao grupo, ao me aproximar percebi que não eram melodias de amor ou alegria, eram canções de clamor, de desespero, um pedido de socorro. Pensei – Puxa, a que ponto chegamos.

Passeata Parque de Coqueiros
Passeata Parque de Coqueiros Foto: Viva Coqueiros

 

Moramos na Ilha da magia, das bruxas de Franklin Cascaes, na ilha de casos e ocasos. Sim, casos e ocasos que relatam não mais as peraltices das moradoras de Itaguaçu com suas vassouras, mas as daqueles que voam empunhando armas.

Os números são alarmantes, a sensação de insegurança brutal. Hoje, para sairmos de casa, nos despimos de qualquer objeto de valor, as recomendações são para que nenhum objeto que brilhe aos olhos do meliante deve ser utilizado. Perdemos o encanto, a luz. Temos como explicação das autoridades e entendidos a questão das drogas, da miséria, da falta de oportunidades, da falta de valores, da maldade inerente ao ser humano. Mas todas podem ser resumidas em uma palavra gritada pela população: impunidade. Impunidade por absoluta falta de leis que venham a garantir nossa segurança. E todos nós, moradores e agentes de segurança, somos reféns desta talzinha. Fruto da irresponsabilidade de legisladores que transformaram nosso código penal em uma ópera bufa. Aliada a isso, a ausência de pressão dos órgãos e entidades oficiais que deveriam lutar efetivamente para aprovação de leis que viessem a punir e recuperar o infrator. Mas parecem que estão mais preocupados com a tal da política partidária. A polícia prende, a lei solta. E quem faz as leis? Deputados federais e senadores (sim, aqueles que você elege com seu voto), aqueles que estão lá para defender seus interesses, mas defendem os deles.

Passeata Parque de Coqueiros
Passeata Parque de Coqueiros Foto: Viva Coqueiros

 

Precisamos de leis, leis de verdade, às veras, como dizíamos em nossas brincadeiras de crianças. Além de lei, temos que ter policiais nas ruas. O policial de bairro, aquele que se torna seu amigo, você sabe que estará rondando as ruas quando você for trabalhar. Para isso, são necessários investimentos. Mas quanto custa? Me disseram que é muito caro, que o governo não tem dinheiro. Sim, caro é, mas em relação ao que?

Guarda Municipal em Coqueiros Florianopolis
Guarda Municipal no Parque de Coqueiros em Florianópolis. Foto: Viva Coqueiros

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Vejamos, caro…, caro em relação ao gasto com propaganda governamental, em relação ao gasto com comissionados? Troquemos dois policiais por um comissionado. Troquemos três policiais por um secretário regional ou de estado num destas secretárias de araque. Troquemos 100 policiais por gabinetes suntuosos e carros oficiais e mordomias palacianas. Vamos trocando os gastos desnecessários dos governos na base do equivalente soldado. Podemos fazer o mesmo em equivalente médico ou professor, tudo uma questão de proporção matemática X para Y. Ou seja, um milhão em propaganda supérflua, quantos soldados ou viaturas conseguimos comprar e manter? E sabemos que nessa desabalada onda de desperdício e falta de foco, muitos governantes e funcionários públicos, se fossem tirar do próprio bolso, comeriam no bandejão. Como é o povo que paga, é em hotel de luxo que vão se refestelar. O governo embriaga, o poder embriaga e vicia.

Anjos da Guarda de Coqueiros cuidam do bairro de bike

Uma marcha do Abraão até o Parque de Coqueiros

Preparada com antecedência em moto-som, panfletos e cartazes nos lugares públicos, redes sociais,  no blog www.vivacoqueiros.com, nos jornais,  20 dias de farta propaganda, tipo formiguinha. Com um só grito “Coqueiros, segurança já!”.

Um movimento de vizinhos onde todos podem participar, um ato de pura cidadania.

Mas, Dalton, quem te deu a ordem de convocar uma caminhada? – Ué, e precisa alguém para dar ordem, estamos numa ditadura ? E tem outra, eu não dou ordem, eu dou opinião e, olho para minha situação, no que minha família está se transformando, no medo que tenho por eles e por mim. Vejo meus vizinhos e sinto o mesmo, e outros mais distantes e amigos, parentes  conhecidos, e tudo o que vejo é impunidade e falta de ação contundente da população, e omissão de autoridades e legisladores.

Jovem é agredido e roubado na Praia de Itaguaçu em Coqueiros

Há quanto tempo vivemos nessa insegurança em coqueiros e quantas vezes fomos às ruas exigir e cobrar? Não adianta ficar sentado no sofá em frente ao computador, ou no telefone, exigindo direitos. Então, venha pra rua, convide seus vizinhos e uma vez, caminhe exigindo segurança, exigindo sua vida plena. Não esta que está aí,de prisioneiro do medo perpétuo. Sei que falo em nome de meus vizinhos, em nome daqueles que, como eu, sofrem violências morais e físicas. Em nome dos policiais que arriscam suas vidas para prender e tem que ver o marginal sair pela porta da frente, jurando-o de morte. Em nome de senhoras que tem suas bolsas arrancadas e muitas delas arrastadas pela violência da ação.

Senhora sofre sequestro relâmpago em Coqueiros

Em nome de comerciantes que  investem, geram empregos e pagam suas taxas. Em nome das nossas crianças que estão traumatizadas, com medo de assaltos.

Moradora de Coqueiros é agredida e roubada no bairro

Em nome da minha esposa e dois filhos pequenos que foram arrancados do carro com arma apontada na cabeça. Em nome daqueles que não podem trabalhar ou viajar sossegados, pois não sabem se terão a surpresa de terem suas casas violadas e suas famílias agredidas. E finalmente em nome daqueles que pagam seus impostos e tem o direito constitucional do Estado de prover-lhes segurança.  Serei curto e grosso: Quero segurança. E já! Coqueiros exige!

Dalton Malucelli Jr.

 

* Dalton Heros Malucelli Jr 53 anos, morador do Bairro do Bom Abrigo desde 1970, com 7 anos de idade onde estou aqui, firme. Cursei Engenharia Agronômica, tive 15 anos de lojas de calçados e há uns 10 anos atuo na construção civil. Mas, pra falar a verdade, não estou muito interessado em mostrar meu currículo, me defino como cidadão florianopolitano, morador do Bairro de Coqueiros, em Florianópolis, mais especificamente na praia do Bom Abrigo. Sou um cidadão como outro qualquer, que busca cumprir seus deveres, mas exige seus direitos. Não sou e nem pretendo ser dono da verdade, mas o que escrevo é fruto das minhas experiências, e acredito que de muitos vizinhos já que viveram uma realidade comum. A grande questão está na maneira que cada um enxerga essa realidade, e a sua visão de solução é o que muitas vezes provoca discórdias, mas, acredito, se o objetivo for o bem comum, não existem barreiras. Portanto, não espero ser unanimidade, seria pretensão demais, mas criar a discussão, chamar a atenção para certos eventos, ser um elemento ativo na busca de soluções é dever do cidadão. Abraços a todos.

Viva Coqueiros! Por inteiro.

Florianópolis, Santa Catarina.

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É permitida a reprodução total ou parcial deste conteúdo desde que preservada a fonte: http://www.vivacoqueiros.com

Coqueiros exige transporte público de qualidade

Por Dalton Malucelli Jr. *

A expectativa é de mais uma greve do transporte público e estamos nós, moradores de Coqueiros e de Florianópolis, reféns deste processo infindável.

Motoristas e cobradores realizam assembleias em Florianópolis. Em reuniões na manhã e tarde de terça, 19/05/2015, categoria aprovou estado de greve. Outra assembleia do Sintraturb foi realizada na noite do mesmo dia.

Muito bem. Mais uma vez a história se repete. Continue lendo “Coqueiros exige transporte público de qualidade”

Trânsito em Coqueiros: asfalto novo, bom senso e educação

Por Dalton Malucelli Jr. *

Oba, asfalto novo no bairro de Coqueiros, em Florianópolis! Zummm,zummm,zap,crichhhhh! Plaft, pluft… chama o SAMU….atropelaram um aqui…. Crichhhhh! Plaft, pluft mais outro ali. Temos novidades, uma boa para nossos automóveis que estavam sofrendo com um asfalto pra lá de remendado, uma agonia mas, tirando as críticas, não há como dizer que ficou pior do que estava.

Acidente Coqueiros Florianópolis

 

Espero sinceramente que o trecho Itaguaçu – Abraão seja contemplado com essa belezura. Tenho certeza de que não ficaremos de lado, afinal não se faz um serviço pela metade. Coqueiros é um conjunto de praias: vai do Saco da Lama até o Abraão, somos um só time, mas esse é papo para outras mesas. Nessa, hoje, quero chamar atenção para os insandecidos, mal educados, desafiadores, motoristas e pedestres que travam uma batalha nas ruas de Coqueiros.

Voltemos aos pluft, plaft, zummm… crash.., pois está lá o corpo estendido no chão. O povo junta e a opinião rola solta. – Culpa do governo, crava Dona Maria. – Da prefeitura, decreta o motoqueiro. – Sei não, acho que é da polícia, arrisca o homem encostado no muro.Mas vejamos as câmeras de segurança, o que gravaram nos últimos meses? Opa, rapidinho já existem algumas verdades: se de um lado temos um caçador louco por abater uma presa, do outro, um atrevido mico leão que debocha e testa a pontaria do predador.

Travadas diariamente com pretensos vencedores e vencidos, estas disputas agonísticas na verdade resultam dois perdedores, fruto de uma população estressada pelos problemas e pressões do dia dia, mas acima de tudo indivíduos mal educados e egoístas, que não admitem dividir o espaço público com seus semelhantes.

– “É meu, sou eu, eu primeiro, sai pra lá…”. Hoje o que acontece na prática nesta relação é um pedestre kamikase e um motorista Barão Vermelho. O primeiro joga-se sobre os carros, achando que aquele, em qualquer circunstancia, irá parar. O segundo ou freia sem nenhum aviso, causando colisões, ou ignora tal sinalização. Resultado: confusão, atropelamentos e mortes. – Ah, mas o motorista não para, grita um… Calma, além dos apressadinhos há de se ressaltar que por estar em espaço reduzido, campo de visão limitado, pedestres afoitos ou até não querendo provocar uma colisão traseira, algumas vezes parar é sinônimo de acidentes. Nesses casos, eu diminuo a velocidade e levanto a mão num gesto de – “O meu chapa, não deu, desculpa aí”.

—> Quem é daqui faz assim: faixa de pedestres

Mas são situações que acontecem e cabe ao condutor avaliar cada caso. Sempre pensando na segurança dos envolvidos. A verdade é que na grande maioria das vezes, com um pouco de vontade, com um olhar mais cooperativo e, principalmente, não enfiando o pé no acelerador, é possível ver um pedestre ávido por atravessar, daí seguindo as normas de segurança, sinalizando e, junto a uma boa dose de bom senso, podemos parar e dar passagem.

Pedestres Coqueiros Florianopolis
Alerta máximo com os horários de saída e entrada dos alunos das escolas

 

Aliás, lembrei, essa é uma boa hora para usar o pisca alerta já que aquele outro, como chama? Ah, o pisca–pisca, bom, este coitado vive esquecido, ninguém usa. Na real, neste mundo de manuais, decorá-los é desnecessário, basta seguir um conselho bem antigo: “Faça aos outros o que gostaria que fizessem por ti”, ou esquece que além de condutor é também um pedestre ou vice versa .Na real, se é vice ou versa, depende do preço da gasolina, já que nossos serviços de transportes coletivos são pouco atrativos. Os que chacoalham feito gado e dão um passinho atrás na lata de sardinha que o digam.

Faixa de Pedestres Coqueiros Florianópolis

Bom, onde eu estava? Sei, no assunto consideração. Pois bem, então, se deseja gentileza e consideração porque não oferecê-las? Tente e vai ver que elas retornam rapidinho. Mas esteja preparado, pois algumas pessoas vão se assustar, vão achar trata-se de um candidato a cargo eletivo, afinal não estão acostumadas, mas tudo é questão de tempo.

O pedestre pode retribuir o gesto de boa vontade com paciência e atenção, dando passagem aos motorizados e não se lançando, irresponsavelmente, sobre a faixa de pedestres. Tudo é uma questão de troca que pode começar com um agradecimento, um leve aceno ao motorista que parou seu veículo, um gesto que tem que ser encarado, não como lei, mas como espontaneidade. Um  – “Valeu, obrigado”.

Outro fator a ser compreendido são as características urbanísticas de Florianópolis, Aqui não é Brasília, nossas quadras são pequenas, o que faz com que a cada 50 metros tenhamos uma faixa. Estas, por sua vez, travam o fluxo de veículos nas regiões centrais e exigem maior atenção e cooperação entre as partes. Na real, é um para e anda que, confesso, dá vontade de largar o carro no meio da rua. Agora tem outra, por favor, faixa de segurança não é passarela para desfile. Também não precisa correr 100 metros livre, pode caminhar normal em Coqueiros, mas a passos de tartaruga soa como um deboche e falta de respeito e, consequente, de educação. Uma falha tão grave quanto aquele motorista que você xingou ao vê-lo se negar parar pra você passar. Depois, não adianta ficar exigindo respeito. Gentileza gera gentileza, uma via de mão dupla. Ia esquecendo, temos uma prática muito popular, tipo roleta russa: atravessar as ruas transversais (as esquinas) sem olhar se o automóvel vai dobrar: o pedestre vem pela calçada e segue em frente. Olhe para os dois lados e, não vindo ninguém, atravesse a rua. Tem mais uma coisa:  nunca esqueça de se mostrar aos motoristas um  “Olha, eu tô aqui!”. Lembre-se de que o para choque do carro é mais duro que sua cabeça e vai perder todas se quiser bater de frente.

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Carro estacionado na calçada, roubando o local de passagem dos pedestres

 

Quanto aos motoristas que reclamam de lombadas e redutores de velocidade é bom que eu traduza: redutor de velocidade significa reduzir a velocidade, entendeu? É um artifício para fazer você andar mais devagar, estão dizendo: “O meu chapa, vai mais devagar, aqui não é pista de corrida, tem pessoas por perto, pode matar uma delas”. Agora, se andasse no limite de velocidade, menor seria o número de lombadas e chegaria mais rápido. E já pararam para pensar que se fossemos conscientes e respeitosos simples faixas pintadas no chão e placas de alertas seriam suficientes para vivermos em paz no trânsito? Pensa só, não teríamos os redutores de velocidade, não ficaríamos naquela angústia de ver no painel qual é a velocidade marcada, não bateríamos com a cabeça no teto ao esquecer e passar sobre uma lombada. Iriam ser várias aporrinhações a menos e dirigir seria mais prazeroso. Aliás, hoje meu prazer é zero. É isso, vamos aproveitar enquanto temos uma pista de rolamento legal e sem a buraqueira das concessionárias água, luz e outros, além das construtoras pois, acredite, elas virão. Por essas bandas é assim: um faz, quatro desfazem, e segue o velório. Mas, devagar motorista, senão o morto fica na primeira lombada e o outro na faixa. Até a próxima!  Grande abraço a todos e fiquem bem.


Dalton Malucelli Jr.

* Dalton Heros Malucelli Jr 53 anos, morador do Bairro do Bom Abrigo desde 1970, com 7 anos de idade onde estou aqui, firme. Cursei Engenharia Agronômica, tive 15 anos de lojas de calçados e há uns 10 anos atuo na construção civil. Mas, pra falar a verdade, não estou muito interessado em mostrar meu currículo, me defino como cidadão florianopolitano, morador do Bairro de Coqueiros, em Florianópolis, mais especificamente na praia do Bom Abrigo. Sou um cidadão como outro qualquer, que busca cumprir seus deveres, mas exige seus direitos. Não sou e nem pretendo ser dono da verdade, mas o que escrevo é fruto das minhas experiências, e acredito que de muitos vizinhos já que viveram uma realidade comum. A grande questão está na maneira que cada um enxerga essa realidade, e a sua visão de solução é o que muitas vezes provoca discórdias, mas, acredito, se o objetivo for o bem comum, não existem barreiras. Portanto, não espero ser unanimidade, seria pretensão demais, mas criar a discussão, chamar a atenção para certos eventos, ser um elemento ativo na busca de soluções é dever do cidadão. Abraços a todos.

Viva Coqueiros! Por inteiro.

Florianópolis, Santa Catarina.

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É permitida a reprodução total ou parcial deste conteúdo desde que preservada a fonte: http://www.vivacoqueiros.com

Vizinho Solidário em Coqueiros. Só a plaquinha não funciona.

Por Dalton Malucelli Jr. *

Vizinho solidário é um programa onde cada vizinho cuida de seu vizinho. A ideia é ótima, visa criar uma proteção e prevenção à falta de segurança . Me colocaram para ser o síndico desse negócio aqui na minha rua. No fundo, a comunidade de Coqueiros, em Florianópolis, sacou que os governos se omitiram e que o negócio é se virar sozinho, então resolveram se unir e agir. Afinal, se na prática já assumimos tudo mesmo, saúde e educação, por que não segurança?

Vizinho Solidário Coqueiros Florianópolis
Foto do morador Marco Antônio, da Associação dos Moradores da Praia do Bom Abrigo

Esse é um processo natural de auto preservação. O problema desta ausência do estado é que daí para surgirem seguranças particulares ou milícias é um pulinho, e aí entramos num campo perigoso e de alta nebulosidade. Mas vamos para outro lado, não o escuro da insegurança e, sim, o claro, o da solidariedade.

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Dalton Malucelli Jr. o novo colunista do blog Viva Coqueiros

Conhecemos o Dalton nas redes sociais. Sim, como conhecemos muitos moradores e apaixonados pelo bairro de Coqueiros, em Florianópolis. Dalton nos chamou a atenção pelo seu alto engajamento com as questões do bairro, e era só publicar um post sobre o tema, lá na página Viva Coqueiros, do Facebook, que o Dalton chegava, crítico, analítico, poeta, feroz e francamente, debochado, com um humor inteligente, que agrega palavras que movem a união entre os interessados no tema e aponta novas possibilidades para se solucionar a questão. Por isso, fomos bater um papo com ele, ainda no inbox do Face, e ver se ele topava colocar os seus pontos de vista aqui no blog. E ele topou!

Um post dele no Facebook foi o que deu origem ao nosso convite, e é o post que ele inaugura a sua coluna aqui no blog, que terá matérias sobre a vida de Coqueiros, aqui em Florianópolis.

Um Dalton cidadão, morador da Praia do Bom Abrigo, como ele faz questão de se apresentar, e que vai além, como ele escreveu, de seu currículo acadêmico e profissional.

Veja as tiradas alegóricas, com um Dalton cáustico quanto as mazelas que a sociedade está sofrendo em relação aos princípios de integridade, ética e justiça que se deve ter em primeiro lugar.

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Um Dalton solidário e preocupado com os menos favorecidos.

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Poeta.

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Ecológico.

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Cômico!

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Caro Dalton, nossos agradecimentos por disponibilizar a alma gêmea da direita ou da esquerda (na foto acima) para o bem de Coqueiros e de toda a comunidade. Valeu!


—> Leia a matéria de estreia do Dalton

 

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Viva Coqueiros! Por inteiro.

Florianópolis, Santa Catarina.